A voracidade dos depredadores das florestas rondonienses
Madeira na BR 429. AUTORIDADES NÃO PODEM CAPITULAR DIANTE DA VORACIDADE DOS DEPREDADORES DAS FLORESTAS RONDONIENSES. Chico Nery. Porto Velho, Rondônia – Apesar da falta de avanços plausíveis no combate ao roubo de madeira, essências naturais e sonegação de impostos por parte do empresariado amazônico, os crimes ambientais e suas variáveis registradas, oficialmente, em desfavor dos biomas, vítimas de derrubadas e extrações ilegais sob as copas das árvores, a Polícia Federal e as Forças Armadas têm conseguido algum avanço a partir das operações realizadas até esta data. O delegado da Polícia Federal, Flori Cordeiro, sediado no DPF de Rondônia, diz que “ainda não há como provar a retirada de madeiras das Terras Indígenas, devido a dificuldade em fiscalizá-las”. Ele sabe que nas T.Is há um valioso manancial de madeiras nobres para o País e que pode estar sendo violado por esses crimes ambientais”.