domingo, 16 de março de 2014

Dilma Rousseff diz que catástrofe em Rondônia é culpa dos Andes

Newsrondonia. Os dano ao meio ambiente nas regiões de Porto Velho e Acre, além da Bolívia está sendo desastroso, algo inimaginável.

Na visita que fez ao Estado neste sábado (15), a presidente Dilma Rouseff  sobrevoou as regiões alagadas pela enchente do Rio Madeira, e distritos hoje consumidos por uma catástrofe.  Para á chefe de estado o que vem ocorrendo não é culpa das Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, mas do degelo das Cordilheiras dos Andes, nos altiplanos da América do Sul. E com isso, Dilma do (PT) marca seu período pré-campanha eleitoral tendo como plataforma a desgraça alheia. Além da visita a Rondônia ela também foi ao Acre outro Estado que vem passando dificuldades pelo agravo ambiental
Além da alegação de Rousseff em entrevista aos jornalistas, na base Aérea de Porto Velho, os rondonienses para ela não passam de “cordeirinhos”, além de uns pobres coitados, que nunca tiveram nada e vão continuar não tendo. Pois a ordem é tirar as famílias dessas localidades, dar casas, pagar seus empréstimos, e bolsa família neles, viver com uma quantia miserável até caírem em depressão.
Ou, seja, as usinas mais uma vez  saem pela tangente. Pois uma vez essas famílias retiradas de suas habitações, a elas não serão repassadas “indenizações” pelas barragens. A questão é que durante as medições avaliadas dos reais impactos nas áreas de Rondônia, principalmente na faixa Oeste onde estão construídas Santo Antonio e Jirau, o Rio Madeira emergiu alem do previsto e milhares de quilômetros de terra foram consumidos pelas águas.
Outra questão que corre e sem o conhecimento da “imprensa” e dos órgão ambientais internacionais, como WWF, GREEPEACE, dentre outros mais importantes é que a FAUNA  desses locais em que a água consume estão morrendo vitimas de afogamento por não terem terras firme onde possam se refugiarem.
É preciso que os órgãos internacionais venham a Rondônia e veja de perto o que as usinas de SANTO ANTÔNIO e JIRAU, NO RIO MADEIRA estão fazendo com a FLORESTA AMAZÔNICA. Um prejuízo à vida do homem fauna e flora.

Segundo Assem Neto, do G1 RO, em RO, nível do Rio Madeira chegará a 19,40m em 20 dias, diz Defesa Civil. Cota sobe e diminui em média 3 centímetros ao dia; há 13 mil fora de casa.
Após sobrevoar região, presidente Dilma Rousseff anunciou medidas.
A Agência Nacional de Águas (ANA) estima que o nível do Rio Madeira alcance a marca de 19,40 metros até o dia 2 de abril, informou o coronel Lioberto Caetano, coordenador da Defesa Civil Estadual e comandante do Corpo de Bombeiros de Rondônia. Esse registro acende o terceiro alerta seguido das autoridades locais, que trabalhavam com uma cota 20 centímetros menor. "O avanço das águas está mais lento, mas temos registrado altas e baixas que oscilam de 3 a 4 centímetros ao dia nas últimas semanas", afirmou o militar. A cota deste domingo chegou a 19,15 metros. Após sobrevoar as áreas atingidas em Rondônia e Acre, a presidente Dilma Roussef usou o seu perfil no microblog twitter para se solidarizar às vítimas da cheia. Ela afirmou que a população terá apoio total do Governo para reconstrução e para iniciativas futuras para que a região não seja isolada do resto do país em cheias como esta. "Neste momento, nossa prioridade é resgatar e apoiar os desabrigados", postou a presidente.
Há 2.502 famílias atingidas diretamente, o equivalente a mais de 13 mil pessoas, em Porto Velho, nos 11 distritos da capital e nas três cidades que enfrentam emergência (Guajará-Mirim, Santa Luzia e Rolim de Moura). São 800 famílias desabrigadas ocupando 13 escolas públicas e cinco igrejas, e 1.702 famílias desalojadas, vivendo em casa de parentes. "As consequências principais seriam a inundação de mais vias públicas, que precisariam ser interditadas na capital", afirmou o oficial do Corpo de Bombeiros.
Os rondonienses atingidos terão prioridade máxima no cadastro do Programa “Minha Casa, Minha Vida”, anunciou a presidente Dilma Roussef, neste sábado (15), após sobrevoar as áreas alagadas em Porto Velho. Esta é a primeira consequência do Estado de Calamidade Pública reconhecido na capital e 11 distritos pelo Ministério da Integração Nacional.
“Eu olhei o Rio Madeira, estive no nordeste, que está na pior seca. Nós temos tido fenômenos naturais bem sérios no Brasil. É possível conviver com o fenômeno. Vamos discutir sim. Rio de planície tem pouco desnível. Não é possível olhar para essas duas usinas e achar que elas são responsáveis pela quantidade de água do Rio Madeira”, diz a presidente ao negar que as hidrelétricas Santo Antônio e Jirau tenham influência sobre as enchentes que, segundo cálculos das autoridades locais.
O pacote de medidas emergenciais inclui ainda o perdão de todas as dívidas dos agricultores e ribeirinhos junto às instituições financeiras, além da liberação imediata do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), inclusive nas cidades que enfrentam emergência (Guajará Mirim, na fronteira com a Bolívia, Rolim de Moura e Santa Luzia). Possíveis financiamentos contraídos por comerciantes para expansão de suas atividades também poderão ser renegociados, segundo determinou a presidente.
De Rondônia, a presidente seguiu para o Acre, onde anunciou a construção de uma ponta para interligar os dois estados. "Nós faremos a ponte sobre o Rio Madeira e isso vai beneficiar a todos vocês", garantiu. Atualmente, a BR-364 é a única via terrestre que liga o os dois estados e está bloqueada há 20 dias devido a cheia do Madeira.
“Essas pessoas já podem procurar a Caixa Econômica Federal (CEF) e demais bancos nesta segunda-feira [17]”, disse ao G1 o comandante geral do Corpo de Bombeiros. O governo federal liberou R$ 5,6 milhões dos R$ 16 milhões necessários, segundo o Estado de Rondônia, para socorro e assistência aos desabrigados.
“A terceira etapa, que é a reconstrução das cidades, dos acessos rurais (estradas e pontes) e prédios públicos inundados, dependem de bilhões”, afirmou o comandante dos bombeiros. Receita Federal e Justiça Eleitoral estão entre as instituições que funcionam em endereços alternativos sem a certeza de que poderão reutilizar suas sedes.
“Estimamos em R$ 1 bilhão os danos gerais causados por esse desastre natural”, disse o prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif. A Secretaria de Fazenda estima que 29% da receita líquida do município tenham sido afetados.
Dilma determinou ainda a prorrogação por 2 meses do seguro-defeso, benefício concedido aos pescadores profissionais, no valor de 1 salário mínimo, durante o período de reprodução dos peixes.

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