quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Madeireira é fechada, em Guajará-Mirim.



29/07/2013 - Madeireira com mais de 60 metros cúbicos ilegais é fechada, em RO. Polícia autou em flagrante dono do maquinário, em região de Guajará-Mirim.Madeireira não apresentou licença ambiental para extração de madeira. Do G1 RO com informações da TV RO. Por outro lado, equipe de telecomunicação que alertava madeireiros clandestinos foi desarticulado em Triunfo e União Bandeirantes. 

Fiscalização feita pela Polícia Ambiental (Foto: Reprodução/TV RO)
Uma madeireira ilegal foi fechada neste mês pela Polícia Ambiental na Linha 29, a cerca de 100 quilômetros de Guajará-Mirim (RO), por não apresentar licença ambiental para extração de madeira. No local, a polícia encontrou mais de 60 metros cúbicos de toras extraídas ilegalmente, o que equivale a aproximadamente a retirada de 25 árvores. O dono do maquinário foi autuado em flagrante e responde ao processo de crime ambiental em liberdade.

O local do crime foi encontrado pela Polícia Ambiental durante uma fiscalização de rotina junto com a Fundação Nacional do Índio (Funai) em áreas indígenas do Parque Estadual de Guajará-Mirim. De acordo com o cabo Miguel Arcanjo, um motociclista chamou a atenção dos policiais durante a fiscalização. “No momento da fiscalização na Linha 29, tinha um motoqueiro, que estava na nossa frente, quando observava a nossa viatura, ele disparava na frente. Foi daí que chegamos no local do crime”, conta.

A Polícia Ambiental encontrou na madeireira mais de 60 metros cúbicos de toras retiradas ilegalmente, o que resulta em 25 árvores extraídas. Arcanjo conta que o dono do maquinário foi autuado em flagrante e responde em liberdade por crime ambiental. O dono do lote foi identificado pela polícia e também deverá ser autuado. “No decorrer da incursão, localizamos várias máquinas escondidas e que foram apreendidas”, explica. Segundo a polícia, novas fiscalizações estão previstas para serem realizadas com objetivo de inibir e diminuir os crimes ambientais no Parque Estadual de Guajará-Mirim.

UNIÃO BANDEIRANTES - Batalhão ambiental desarticula sistema de telecomunicação clandestina. Segundo rondoniavivo,  durante fiscalização ambiental no período de 22 a 31 de julho de 2013 na região de Triunfo, Projeto Jequitibá e distrito de União Bandeirantes, o Batalhão de Polícia Ambiental aplicou mais de 80 mil reais em multas, constatou mais de 300 hectares de desmatamento e detectou a utilização de telecomunicação clandestina de madeireiros. Foram apreendidas ainda durante a operação cinco espingardas, dois rádios amadores,um rádio Hand Talk – HT, e cinco motosserras.

Segundo o sargento PM Odair, “as atividades de policiamento ostensivo realizado pela equipe minimizaram os crimes ambientais das áreas patrulhadas.

Por demonstrar o interesse público na conservação do meio ambiente, através do policiamento ambiental, os infratores ficam acuados com a ação do poder público, e acabam migrando para outros locais, como foi verificado no período em que encontrávamos na região do projeto jequitibá, onde por várias vezes, constatou-se exploradores irregulares de madeiras retirando os maquinários e saiam da região sem um motivo aparente, já que há uma grande área destinada aos planos de manejos florestais sustentáveis, bem como nos distritos de Triunfo e União Bandeirantes”.

No distrito de União Bandeirantes, a equipe deparou-se com uma exploração ilegal de madeira, onde existiam dois caminhões e um trator. No entanto, os infratores haviam empreendido fuga no meio da mata. Durante vistoria nos veículos, constatou-se que dois deles utilizavam rádios amadores, e que uma central de rádio, onde uma pessoa que se identificava apenas pelo pseudônimo “sacola”, coordenava a movimentação de todas as frentes de exploração ilegal de madeira na região, informando aos criminosos ambientais, a localização da Polícia Ambiental, número de viaturas e quantidade do efetivo. Dentre os outros envolvidos, foi possível identificar outros apelidos, como por exemplo: “mineirinho”, “cavalo branco” e “negão”.

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