segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Gado que invadia propriedade pode ter motivado homicídio em Vilhena

Divulgamos informação da Folha do Sul On Line de Vilhena, Rondônia, sobre morte de agricultor que pode ter sido provocada por disputa por causa de gado. A invasão de gado de roças costuma ser utilizada para forçar a venda de pequenas propriedades. Na Gleba Iquê propriedade da terra está sendo negociada com o Exército Brasileiro.


Fotografia do falecido Alcidio Woll, de Vilhena. foto folha do sul online
Foi encontrado na manhã de ontem (domingo, 04.8.13), dentro de um rio na Gleba Iquê, a cerca de 50 quilômetros de Vilhena, o corpo de Alcidio Woll, de 58 anos. O cadáver com marcas de violência e perfurações provocadas por disparos de arma de fogo. O filho da vítima havia registrado, na tarde de sábado, 03, o desaparecimento formal do pai na Delegacia de Polícia Civil. Em sua narrativa na DPC, o comunicante disse que Alcidio teria ido na sexta-feira, 02, até sua propriedade na Gleba Iquê, e não voltou desde então.

Quando, no domingo, dois policiais do setor de investigações, juntamente com bombeiros, familiares e amigos realizaram buscas nas proximidades da propriedade da vítima, obtiveram sucesso na localização do corpo dentro de um riacho. Os investigadores da Polícia Civil trabalham, a princípio, com a possibilidade de homicídio, mas não descartaram a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte), tendo em vista que a carteira da vítima foi levada pelo executor.

O Setor de Criminalística realizou trabalhos periciais, e peritos da Polícia Civil de Vilhena confirmaram ao FOLHA DO SUL ON LINE, que o sitiante Alcídio Woll, levou dois tiros de espingarda na face e nas costas. A polícia já tem o nome do principal do suspeito do que, aparentemente, parece ser uma execução sumária. De acordo com fontes ouvidas pelo site, o crime estaria ligado à presença de gado do suspeito na propriedade da vítima. A polícia, no entanto, não confirma essa informação, mas pode pedir, a qualquer momento, a prisão do envolvido. Vindo do Paraná, Alcidio morava em Vilhena desde 1980.

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