segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Seagri quer implantar cinco agroindústrias de beneficiamento de castanha-do-Brasil

ouriço da castanha do Brasil, foto mecol
O coordenador de Agroindústria da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), Antônio Henrique Fernandes, visitou a Cooperativa Verde de Manicoré (Covema), no Amazonas, que beneficia castanha-do-Brasil. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura da Covema para implantar cinco agroindústrias para beneficiamento desse tipo de castanha em Rondônia. 
O valor do quilo da castanha-do-Brasil gira em torno de R$ 3,00. Depois do beneficiamento, o quilo do produto passa a valer R$ 20,00 aproximadamente. “A agroindústria é importante porque agrega valor à produção de matéria-prima e dar qualidade de vida ao produtor”, explica o coordenador. 
Atualmente, a cooperativa tem capacidade de beneficiar 300 toneladas de castanha-do-Brasil ao ano, atendendo mercado nacional (São Paulo, Rio de Janeiro e Manaus) e internacional. 
A produção da Covema gera 49 empregos diretos e 360 indiretos, além da renda gerada aos cooperados, sendo que toda a castanha beneficiada pela cooperativa é extraída da floresta Amazônica, na região de Manicoré e Novo Aripuanã, municípios do Amazonas. 
A Covema tem parceria com o Governo Federal, com a prefeitura de Manicoré e com o Instituto de Desenvolvimento da Amazônia (Idam), que presta assistência técnica à cooperativa. 
Na oportunidade, o coordenador também realizou uma reunião com os produtores locais e palestrou sobre agroindústria. Ele explicou que as agroindústrias rondonienses serão implantadas em parceria do Governo Federal, Seagri, Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam) e do Programa de Verticalização da Pequena Produção Agropecuária do Estado de Rondônia (Prove). 
“Uma agroindústria para beneficiamento de castanha-do-Brasil é bom para os produtores e bom para o meio ambiente. Gera renda para as comunidades extrativistas e não derruba as castanheiras”, conta o secretário da Seagri, Anselmo de Jesus de Abreu. 
Texto: Amabile Casarin – Assessoria Seagri 
Fonte: DECOM - Departamento de Comunicação Social

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