domingo, 1 de abril de 2012

Problemas nas usinas do Madeira

Destaque
Foraça nacional nas usinas do Madeira. Foto rondoniavivo

Enquanto, ao final do prazo programado, ontem entravam em operação comercial duas turbinas da barragem de Santo Antônio, ontem houve nova situação de conflito entre trabalhadores e policiais militares no início da tarde de ontem (29). A greve na usina de Jirau começou o dia 09 de março na empresa Endesa e foi se ampliando sem acordo até agora. Segundo Rondoniavivo Exército e Força Nacional de Segurança se encontra em Porto Velho para garantir segurança das usinas do Aadeira. A Secretaria de Defesa do Estado confirmou que a União garantiu o pedido de segurança para as obras das Usinas de Jirau e Santo Antônio e tropas da Força Nacional de Segurança já se encontram em Porto Velho, aguardando o momento e ordem para entrar em atividade. Também foi confirmado que o Exército deve trabalhar por tempo indeterminado na segurança dos canteiros.


Segundo a Folha de Rondônia a principal confusão aconteceu na Usina Hidrelétrica de Santo Antônio. A Força Nacional de Segurança e COE tiveram que ser acionadas para impedir danos na hidrelétrica. Ônibus utilizados para transportar trabalhadores foram quebrados e houve início de destruição nos alojamentos e no refeitório da Usina Santo Antônio, que está sendo construída no rio Madeira, em Porto Velho.
A confusão aconteceu na manhã da quinta-feira, (29/03/12) e foi contida pela Força Nacional de Segurança, que disparou bombas de gás para contornar a situação. A greve prossegue também na Usina Jirau, localizada 100 quilômetros rio acima. 
Segundo o jornal, a confusão teria começado porque muitos funcionários não concordavam com a paralisação e teriam sido impedidos de ter acesso ao canteiro de obras. Quando começou a destruição, a Polícia teve que ser acionada, a Força Nacional chegou a atirar para cima, e quando bombas de gás foram disparadas muita gente correu para a mata.
Também houve princípio de tumulto na Usina Jirau, sendo acionada a Força Nacional de Segurança e a COE. Os grevistas tinham ocupado o caminho de acesso ao canteiro de obras.O secretário de Segurança, Defesa e Cidadania de Rondônia (Sesdec), delegado da Polícia Federal Marcelo Bessa determinou que o Comando de Operações Especiais (COE), o grupo de elite da Polícia Militar, ajudasse a manter a ordem. Bessa reuniu o Gabinete de Gestão Integrada (GTI), responsável para buscar soluções para crises em Rondônia, para definir estratégias devido ao prolongamento da greve em Santo Antônio e Jirau.


Foi decidido o envio de solicitação ao governador Confúcio Moura (PMDB) para que o Estado peça intervenção da Presidência da República para o emprego das Forças Armadas nos canteiros das usinas.
Devido à situação verificada na manhã de quinta-feira na Usina de Santo Antônio, que resultou em ação da Força Nacional de Segurança e do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar de Rondônia (COE) o consórcio responsável reconheceu que na hora do almoço houve tumulto violento: "Houve confronto e mesmo contando com o apoio da Força Policial, o Consórcio foi obrigado a evacuar a obra para preservar a integridade física dos demais trabalhadores e de suas instalações".

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