sexta-feira, 1 de julho de 2011

Jacinópolis pode sofrer intervenção federal

Jacinópolis (foto agenciaamazonia)

Com situação comparável à dos morros de Rio de Janeiro tomados pelo tráfico, em Jacinópolis a polícia tem dificuldades para entrar. O Deputado Federal Padre Ton  (PT RO) pediu no Congresso dos Deputados a intervenção federal neste distrito de Nova Mamoré, próximo a Buritis. Durante audiência pública que discutiu ações para conter a violência contra trabalhadores rurais e lideranças de movimentos que atuam pela reforma agrária e meio ambiente, o Pe. Ton pediu realizar em Jacinópolis a Operação Defesa da Vida é Coordenada pelo Ministério da Defesa para combater a violência no campo na região Norte do país. “Jacinópolis é um distrito de Nova Mamoré, com mais de 6 mil habitantes, tendo se revelado uma região perigosíssima. É uma das regiões mais violentas do Brasil. Já foram assassinados três administradores, e as pessoas estão sendo perseguidas. Estive lá recentemente e a população vive com medo”, relatou o deputado na audiência, conduzida pelo deputado João Paulo Cunha (PT-SP).
Segundo o deputado, em Jacinópolis “falta tudo”. “Não tem posto de saúde, escola, Emater, nada”, disse Padre Ton, para quem a ausência de políticas públicas favorece a violência. O deputado fez um apelo para que a regularização fundiária tenha mais celeridade.
“Existem assentados há 14 anos que não têm o direto à terra. As coisas não se resolvem. E Rondônia é um dos Estados que mais têm terras públicas. Os trabalhadores rurais podem ser assentados em terras públicas, mas o Incra não tem condições. O deputado Valmir (referindo-se ao deputado petista da Bahia, a seu lado), tem razão. É preciso mais recursos; do jeito que está a reforma agrária não é prioridade”, lamentou.
(fonte: assessoria)

Um comentário:

  1. realmente existem muitos pessoas perigosas no local que se disfarçam de bonzinhos mas, nao adianta prende-los. eles forçam alguem a testemunhar a seu favor ate baixo assinado ja tiveram coragem de fazer e advogados corruptos fazem o restante para libertar essa gente.

    ResponderExcluir

Agradecemos suas opiniões e informações.