quarta-feira, 16 de março de 2011

Revolta dos operários da Usina de Jirau

A situação precária dos operários das Usina de Jirau tem provocado nova revolta. A greve já vinha sendo anunciada faz mais de um mes e ontem estorou a situação que parece mais grave acontecida até o momento, começando a revolta às 17 horas de ontem, dia 15/3/2011.
Enquanto os revoltados, armados de paus, queimavam ônibus  e barracões (uns 45 ônibus, mais alojamentos, refeitório e lojas de conveniência da área), muitos operários fugiram para Porto Velho e outros se refugiaram no mato.  Depois que o canteiro de obras foi fechado, não deixando sair nem entrar ninguém, nem refeições teriam sido servidas. O governo estadual de Rondônia enviou mais de 200 policiais esta madrugada  para tentar conter a revolta. Comntaristas desta postagem relatam cenas dramáticas vividas pelos operários, e o desespero dos familiares.Muitos operários reclamam do intenso calor nos alojamentos, e de um surto de viroses no local. Também  foi confirmado que na's últimas semanas a cozinha não dava conta de atende ros 22.000 operários contratados, tendo empiorado mito a qualidade das refeições servidas.
"Lá parece um inferno", dizia um operário que estava voltando ontem para o seu lugar de origem, em Tucuruí. Não é o primeiro que chama assim o local onde está sendo construída a usina, que os portugueses já tinham batizado como "Cachoeira do Caldeirão do Inferno".
Algumas mortes teriam sido relatadas por anônimos, porém a situação é muito confusa, pois os meios de comunicação e as informações de Porto Velho estão muito condicionados pelas empresas das usinas que tentam minimizar o acontecido.
A situação de caos tem provocado muita preocupação entre os parentes dos operários, vindos de todos o Brasil, com pedidos de informação e tentando entrar em contato com os seus familiares entre os 20.000 funcionários contratados pelo consórcio Energia (in) Sustentável do Brasil, (da Camargo e Corréia e a francesa GDF Suez) e outras empresas subcontratadas.
A revolta dos operários pode ainda agravar a situação econômica do consórcio ESBR, que pode sofrer graves prejuízos econômicos devido aos atrasos na construção do linhão de Porto Velho a Araquarara.

Veja enrevista com a Irmâ Ozânia, da Pastoral dos Migrantes, que trabalha também na CPT RO, da IHU On Line:

O clima de insatisfação dos operários com as péssimas condições de trabalho gerou o conflito. Ainda não se tem mais informações sobre os acontecimentos desta terça na usina.
“A usina de Jirau já foi palco de flagrantes de descumprimentos da legislação trabalhista. Houve registro de trabalho escravo. Um grupo de 38 trabalhadores migrantes foi libertado em setembro de 2009 pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – Rondônia (SRTE/RO) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da Polícia Federal (PF)”, denuncia Maria Ozânia da Silva à IHU On-Line, em entrevista concedida por e-mail.
À frente da coordenação da Pastoral do Migrante de Rondônia há dois anos, Ir. Maria Ozânia acompanha os trabalhadores que chegam à cidade para atuar nas obras da hidrelétrica de Jirau e conta que o aliciamento na região é constante. Os “gatos”, como são conhecidos os contratantes, prometem bom salário, carteira assinada e outros benefícios. “Como são regiões do país com muita mão de obra disponível, pois não há muitas alternativas, os migrantes acabam tornando alvo fácil. Temos conhecimento de que tal esquema exige até mesmo passagem por postos do Sistema Nacional de Empregos (Sine)”, aponta.
Segundo Maria Ozânia, os trabalhadores migrantes saem da sua região com promessa de emprego e, ao chegarem a Porto Velho, “acontece de terem que esperar três, quatro dias para serem contratados”. Além do mais, o município de Porto Velho não estava preparado para receber um grande número de migrantes e os impactos são sentidos por toda a população. “Na saúde há um descaso grande, pois os meios existentes não suportam a demanda; o trânsito é caótico; o custo de vida é altíssimo”, constata.
Confira a entrevista.
IHU On-Line – Qual a atual situação das obras da hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira, em Porto Velho, Rondônia?
Maria Ozânia da Silva – As obras de Jirau e Santo Antônio fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, e contam com o suporte de recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Social (BNDES).
Para termos uma ideia do tamanho do projeto, a usina de Jirau já foi palco de flagrantes de descumprimentos da legislação trabalhista. Houve registro de trabalho escravo. Um grupo de 38 trabalhadores migrantes foi libertado em setembro de 2009 pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego – Rondônia (SRTE/RO) e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), com apoio da Polícia Federal (PF). As vítimas estavam trabalhando para a Construtora BS, que presta serviço ao consórcio.
Temos conhecimento de que até junho de 2010 foram encaminhados 330 autos de infração (cada auto se refere a uma irregularidade) registrados contra empresas ligadas à obra de Jirau. Na mesma procuradoria, estão ativos 55 procedimentos para apurar irregularidades trabalhistas nos canteiros da usina.
No ponto de vista trabalhista, a questão é a seguinte: A obra está com um sério problema de prazo, pois a Camargo Corrêa precisa entregar até 1º de julho todo o vertedouro com 18 comportas e até o presente momento concluíram aproximadamente 3/4 apenas. Isto está trazendo sérias consequências para a segurança dos trabalhadores e trabalhadoras migrantes, pois a produção sempre vem em primeiro lugar em detrimento da segurança.
IHU On-Line – Como funciona o aliciamento de trabalhadores em Rondônia? Quem são os aliciadores?
Maria Ozânia da Silva – O esquema não diferencia muita de outras realidades do Brasil, onde está em pleno desenvolvimento os grandes projetos do agronegócio e do hidronegócio.
O “gato”, como é denominado, chega à região destinada (principalmente o nordeste) e anuncia que está contratando trabalhadores para tal obra com um bom salário, carteira assinada. Como são regiões do país com muita mão de obra disponível, pois não há muitas alternativas, os migrantes acabam tornando alvo fácil. Temos conhecimento de que tal esquema exige até mesmo passagem por postos do Sistema Nacional de Empregos (Sine). Essa passagem acontece em vários locais do país sendo mais frequente na unidade de Porto Velho (RO).
O processo é doloroso, pois muitas vezes os trabalhadores migrantes saem da sua região de origem com empréstimo; veem com a promessa de emprego, salários bons. No entanto, muitos têm que pagar sua passagem e suas despesas de viagem. Chegando a Porto Velho, acontece de terem que esperar três, quatro dias para serem contratados. Neste período, ficam alojados em casa de amigos, conhecidos ou pensões.
Segundo informações, é possível que haja envolvimento até mesmo de pessoas do Sine em alguns estados da federação. Podemos concluir que o esquema de aliciamento está cada vez mais sofisticado. Hoje existem empresas formais subcontratadas presentes em diversos estados; elas buscam driblar a legislação.
IHU On-Line – Há fiscalização dos órgãos competentes?
Maria Ozânia da Silva – Sim, dentro das possibilidades. No entanto, através de relatos de trabalhadores migrantes percebe-se um grande descontentamento em relação à presença e atuação dos sindicatos.
IHU On-Line – De que regiões do país vêm os migrantes que trabalham nas obras do rio Madeira?
Maria Ozânia da Silva – Há trabalhadores do próprio estado de Rondônia, estados do Norte, Nordeste e até de alguns estados do Sul e Sudeste, para o desenvolvimento de algumas atividades que requeiram melhor qualificação.
IHU On-Line – A senhora tem contato com os trabalhadores da hidrelétrica? Quais as reclamações e depoimentos deles?
Maria Ozânia da Silva – Sim. Há várias situações em que os trabalhadores migrantes vêm partilhar conosco a saudade de seus familiares, expressam o sentimento de frustração pelo salário recebido, pelos descontos efetuados sem muitas vezes saberem a origem.
IHU On-Line – Que trabalho a Pastoral do Migrante de Rondônia está desenvolvendo junto aos trabalhadores e trabalhadoras?
Maria Ozânia da Silva – Nossa presença ali se dá de forma programada, por meio de uma Igreja comprometida com o Projeto de Jesus Cristo. Por tanto, é um trabalho de muita escuta e acolhimento.
Fazemo-nos presente em vários momentos: celebrativos, de luta, reinvidicatórios. Para nós, é prioridade a defesa dos direitos dos migrantes, independente de seu credo religioso. Por meio de ações que visam aproximar os migrantes à comunidade local, buscamos sensibilizar e conscientizar para o acolhimento.
IHU On-Line – Quais as implicações da obra para a região? O que mudou em Porto Velho após a construção da hidrelétrica?
Maria Ozânia da Silva – As implicações e as transformações são visíveis: na saúde há um descaso grande, pois os meios existentes não suportam a demanda; o trânsito é caótico; o custo de vida é altíssimo.
Na verdade, o município de Porto Velho não se preparou com infraestrutura para receber o grande número de migrantes. Com isso, sofre a população local e mais ainda os migrantes. Há uma verdadeira especulação. O custo de vida na região, hoje, é um dos mais altos das capitais do Brasil.
IHU On-Line – Como a população local tem reagido à obra de Jirau?
Maria Ozânia da Silva – Está é uma questão ambígua. Há grupos que defende a obra, pois gera riqueza ao município, há uma circulação grande de dinheiro, há trabalho. Outro grupo denuncia os impactos sociais e ambientais que estes projetos causam.

33 comentários:

  1. Meu pai está lá, ele trabalha para a Camargo correia e disse que parecia o inferno, já são cinco mortos, defender os seus direitos é uma coisa, más vandalismo é outra...
    defendo manifestação pacífica, mas isso é dígno de bandidos psicopatas, ponham em risco a vida de muitas pessoas.

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  2. OS DIRETORES DA CARMARGO DESRESPEITAM NAO OS FUNCIONARIOS, MAS TAMBEM AS EMPRESAS CONTRATADAS (ONIBUS)PROBLEMAS COMO PAGAMENTOS ATRAZADOS, DESCONTOS SEM JUSTIFICATIVA, FALSAS PROMEÇA...

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  3. Isso mesmo empresas de onibus estam revoltadas com o descaso da CAMARGO
    PROMETER ELES FAZEM BEM, MAS COMPRI
    E OUTRA COISA...

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  4. Essas mortes foram confirmadas?

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  5. não estão dando oportunidade pra quem quer trabalhar so abaze de pistolao

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  6. Podemos perceber que essa revolta ja' era prevista. Considerando-se que os empresarios não respeitam os trabalhadores no que rege ao descanso apropriado e a grande insalubridade nas condiçoes de trabalho. O descaso se dar numa especie de efeito domino', por que com os cortes no orçamento da uniao que atingem diretamente os empregadores e quem sofre diretamente com isso sao justamente os trabalhadores, afinal, a balança sempre pesa para o lado mais fraco.

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  7. Sim, Vale ressaltar quer ninguém sabe como funciona o (contra cheque). Recebe sem saber o quer tá recebendo e não sabe se suas horas está sendo pagas. Também tém a questão das faltas.

    Muito confuso, Merece uma atenção das autoridades.

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  8. Cemitério de Talentos

    Você já imaginou o que significa trabalhar numa empresa caracterizada por um conjunto rígido de normas e valores, e por não incluir na sua pauta de prioridades temas relacionados aos interesses pessoais dos seus funcionários, como liberdade, motivação, auto-estima e auto-realização? Como é trabalhar num ambiente assim?
    Imagine que na suposta empresa uma simples sugestão de mudança de procedimentos pode ser interpretada como um ato de rebeldia, tentativa de anarquia ou ingerência indevida; nesse ambiente, ninguém se arrisca a tomar iniciativas, expressar suas idéias ou deixar fluir seu potencial criativo; solicitar aumento de salário pode resultar numa advertência ou demissão; tentar negociar uma falta, comprometendo-se a compensá-la posteriormente, também pode ser uma coisa perigosa; não há nenhuma liberdade para discordar de um ponto de vista dos seus superiores hierárquicos - o diferente é o tabu. Na verdade, o clima é tão ameaçador que se alguém, mesmo em tom de brincadeira, sugerir o descumprimento de uma ordem, por mais absurda que seja, é imediatamente advertido: "Olha, nessa empresa, o lema é: 'Manda quem pode, obedece quem tem juízo.’’’ Imagine que, nessa empresa, os gestores não tem por hábito elogiar ou dar feedback positivo por maior que seja o esforço do executores. Estes sempre são tratados como incompetentes, desinteressados, preguiçosos ou, na melhor das hipóteses, apenas como pessoas que devem cumprir os seus deveres. E mesmo assim, se o trabalho de alguém se sobressai, nunca lhe é dado o devido crédito - os méritos, é claro, são sempre creditados para o chefe. Enfim, não há nenhuma ação que denote preocupação com a percepção que os funcionários têm de si mesmos. Ou seja, a auto-estima do corpo funcional está fora da pauta de prioridades da empresa, pois seus dirigentes desconhecem ou ignoram os efeitos dessa variável na produtividade. E se por acaso alguém resolve falar do assunto para seu chefe, este logo responde: "Esse negócio de auto-estima positiva deve ser objeto de discussão apenas, em tempos de guerra, entre generais que precisam manter o moral da tropa elevado."
    Imagine também quem, nessa empresa, não há nenhum programa permanente de capacitação para os seus funcionários, exceto para alguns "especiais"; não existe um plano de carreira, fato que impossibilita qualquer perspectiva de crescimento profissional, como ascender aos cargos mais importantes; também não há prazer pelas atividades que são executadas - tudo é feito penas por mero cumprimento do dever; o sentimento de auto-realização com os superiores hierárquicos é estritamente formal. Em outras palavras, a única motivação que os funcionários tem para desempenhar sua atividades é o mísero salário que recebem ao final de cada mês. Ainda assim, se algum funcionário menos conformista resolve ir até ao seu chefe imediato ou ao gerente de recursos humanos reclamar da situação, recebe a seguinte resposta: "Olha, programa de motivação, nessa empresa, é visto como perda de tempo."
    Enfim, nessa corporação, não existe nenhuma preocupação em promover a compatibilização dos interesses pessoais dos funcionários com os da empresa, pois seus dirigentes ainda não compreenderam ou desconhecem o contrato psicológico, que é constituído pelas expectativas dos funcionários em relação à empresa e pelas expectativas desta para com aqueles. Assim, acabam fazendo uma leitura equivocada de comportamentos, como alienação, revolta, indiferença etc., os quais resultam da falta de uma política de conciliação entre os desejos dos funcionários e o conjunto de normas, missão, objetivos, metas e ações da empresa.
    Portanto, se você trabalha ou pensa em trabalhar numa empresa dessas e se tem ambições de crescer pessoal e profissionalmente; se almeja que sua história seja escrita por realizações que façam sentido a você e aos que os cercam; se o seu maior desejo ainda é sua auto-realização, então fuja dessa empresa o mais depressa possível, porque ela é um cemitério de talentos.

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  9. Que nada, eses pioes merecem e voltar ou ser jogado na agua pra voltarem pra casa nadando.
    nada justifica, atos de vandalismo.
    Meu pai tambem esta la, graças a DEUS nao esta no meio desses. Mais mesmo que estivesse ele nao taria fazendo essas babaquises que muitos estao fazendo la.

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  10. olha esse chefoes tratases sa pessoas como dever isto nao teria a cotesido pague os salario porque eles tem familia muitos viero atrais de um sonho de melhorias para suas familia a camago correia gosta de passa as pessoa patras como feis com o povo do mutum velho muitos nao tivero direito a moraradia esse chefois acha que porder marda nos outro

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  11. A questao nao e mandar, muitos deles ja voltarm pra casa pra visitar suas familia, o ruim era se eles nao dessem passagem para eles visitarem suas familias.
    e eles recebem muito bem, pra tarem ali. querem luxo, vai trabalhar em hotel de luxo.
    ali e a realidade e ninguem e obrigado a ficar la, ninguem e prisioneiro, podem sair a qualquer momento.

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  12. Que Deus ilmune a todos e proteja

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  13. Acabei de falar com meu pai que esta la, eles mesmo estão se matando la, estao todos saindo de la indo pra porto velho.
    Bora policia agir, se e pra matar bora matar esses bandidos.

    Ps. Jonatha

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  14. ain qe horror, estou mt preocupada cm minha irmã e meu cunhado qe estão la, acho qe não precisa agir dessa forma, eles estão alto se prejudicando, qe coisa mas feia, to indignada cm essa situação...

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  15. Essa Camargo Correia querem bagunçar com os operarios ... já queimaram tudo por lá e a policia não conteve e nõ controlou nada por lá ... ate quando essa revolta vai continuar?

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  16. 17/03/2011 às 12:12 Porto Velho /RO.

    bom companheiros online eu trabalho lá na camargo, e falo , q não concordo, com o q esta acotecendo lá, tudo isso não passa de vandalismo , porem, á suas controverssas, porq, as rasões pelo qual esta ocasionando os fatos, tem uma certa participação de culpa com parte da empresa, porq, todos os comentarios citados são real,principalmente o comentario citado pelo o anonimo 17 de março de 2011 09:40, pois eu ja estou à um ano e cinco meses na empresa´e até hoje so recebo promessa de evolução, e sem esperança alguma, só que eles se aproveitam de meu proficinalismo, por ex: sou fixado como oper. de carregadeira, e eles criaram um tal de PROP( progama de operadores polivalentes), è ai onde esta um dos maiores desvios de funções da camargo correia, porq o PROP emite um cracha para autorizar os operarios proficionais a operarem outras maquinas, porem apois os 90 dias de de exploração quando e pra vim a classificação, sempre eles tem uma descupa para retirarem a autorizaçao, para q o proficional não venha ser promovido,esse e meu caso, opero escavadeira e retro-escavadeira, sou autorisado a operar, mais meu salario continua o mesmo,e minha função ainda e a da origem, isso e um tremendo discaso,vcs concordam comigo ou não? gostaria de comentarios, porem esses dentre outros casos acontecem lá, penssem comigo, nada justifica o q esta acontecendo no momento, porem isso causa ou não uma certa indiguinação?

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  17. meu marido esta caminhando desde de 8 da manhã prara uma cidade mas proxíma sem comer sem bebe estou apavorada com essa situação, meu marido não um vagabundo um marginal para ser tratado desta maneira estou super revoltada não se pode ter uma vida digna nesse país,meu marido é um homem trabalhador que so quer da o melhor p sua familia saiu para trabalhar ai em rondonia nuus deixando cheios de saudade e na duvida se ainda iria voltarcom vida porque a situação e caotica. Eu pesso porfavor autoridades façam alguma coisa não aguentamos mais meus olhos ja não tem lagrimas para chorar. QUE DEUS ILUMINE A TODOS E QUE EU SO QUERO MEU marido de volta

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  18. Pessoal isto é um absurdo! Meu padrasto está desde de dezembro do ano passado esperando esta tão "classificação" da Camargo Correa e até agora nada. Estou preocupada não só com ele que é da minha família, mas também com as pessoas saem do conforto de seus lares para trabalhar em um lugar como este, longe de casa e cheio de falsas promessas.
    Estas atitudes impensadas que alguns operários tomaram mostra que estão fadigados com tudo isso. Não concordo com este tipo de revolta, sei que tem os seus motivos, que alias, até agora a população não sabe ao certo quais são. Espero que alguma medida seja tomada o mais rápido possível! Por favor, autoridades a familia dos trabalhadores que estão neste lugar clamam por seus pais, filhos, tios, etc., de volta a seus lares VIVOS E COM SAÚDE!!!!

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  19. E o PAC do PT? Cade o Lula? Dilmaaaaaaaaaaaa......

    Na realidade estas empresas exploram a atividade recebendo dinheiro sobre suor e sangue do trabalho operário de um povo sofrido.

    Nada justifica atos de vandalismo, mas todos viram a repercussão do crime do Bruno do Flamengo ou da pequena Isabela Nardoni, agora, respondam-me, cadê a IMPRENSA?

    Onde esta a cobertura e presença dos grandes jornais?

    Vejam todos a que ponto chegamos.

    Que Deus traga paz e calmaria para um povo que arde no sol escaldante e com a poeira vermelha do sertão!

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  20. meu padrasto esta la a 5 meses e quando ele ligou falando disso chorando desesperado minha mae começou a chorar e quando ele ligou disse que estava dentro do mato porque nao tinha outro jeito.nosso vizinho que tambem esta la ligou dizendo que tirou a roupa e ficou so de cueca para atravessar o rio porque ele e o meu padrasto estavam na margem esquerda do rio.mas o meu padrasto nao atravessou o rio porque ele nao sabe nadar.meu tio saiu de la so com a roupa do corpo porque o resto das coisas dele foi tudo queimado e teve que sair de la sem a camisa de emcarregado por que senao tinham pegado ele e batido nele ate quando nao aguentar mais.mas ainda bem que ele jogou a camisa fora. gente isso e um absurdo isso nao pode aconteçer de novo.e ainda querem que eles voltem a trabalhar sem nada.mas e o jeito.


    QUE DEUS OS ABENÇOE E QUE ISSO NUNCA MAS ACONTEÇA


    COMENTARISTA KAROLINE SENA
    IDADE 10 ANOS

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  21. Na minha opnião muitos são tratados mal, principalmente os do alogamento. Ninguem deve fazer promeças que não podem ser compridas. A impresa CAMARGO CORREIA tem que comprir os seus deveres assim como os trabalhadores, pois uns precisam dos outros. Claro que nada justifica esses atos de vandalismo. DEUS ESTA VENDO TUDO, NADA PASSA AOS OLHOS DELE e quem terá que ser ponido será, sem precisar da ação do homem. Nem todos são culpados existem muitos inocentes (ME REFIRO AOS EMPREGADOS).

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  22. A CAMARGO CORREIA estava fazendo uma sacanagens com nos trabalhadores,nos trabalhavam de domingo a domingo,quando nos ai receber recebia pela mentade nosso salario,nosso almoço nossa janta nem cachorro comia de tao rui que era,os operarios que estava comalaria estava tudo la jogado pra cobras,mas tudo isso nao jurtifica toda esse violencia.

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  23. Não sei como isso vai se desenrolar, só espero que acabe bem. Moro em Porto Velho e vejo que isso que as autoridades estão passando para a mídia é algo que não condiz com a realidade que a cidade passa. A briga começou por um desentendimento entre funcionários de empresas tererizadas e acabou em uma grande rebelião, que alias teve mortes sim, e estão abafando todo o caso (sempre fazem isso, pois aqui nessa empresa ja houveram diversos incidentes fatais). Agora homens, que em grande maioria vieram de fora, reivindicam inclusive por bons salários, sendo que o salário mais baixo gira em torno de 3 salários mínimos (fora horas extras). Eles queimaram uma frota inteira de ônibus e também os próprios alojamentos, agora esses milhares de "trabalhadores" desordeiros vieram para Porto Velho, pois Jirau fica a poucas horas da capital. A cidade está em alerta, inclusive o Centro da Capital estava em grande parte fechado, pois houveram ameaças de saques. Agora a cidade está um inferno, pois eles queimaram os próprios alojamentos e estão todos na cidade, que não tem capacidade de alojar essas milhares de pessoas de uma vez, principalmente porque o estado aumentou em quase 100mil pessoas em um curto período de tempo. Só lamento essa situação e espero que tudo acabe bem.
    "Nada justifica violência, isso não esta atingindo as autoridades e sim os moradores da cidade".

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  25. ei bixinha do 24 comentario seu pai nao é obgd a ficar na camargo, fale pra ele pedir pra mandar eele embora,se não ta gostando, ele ta defendendo o pão de cada dia e vc fica chingando a camargo ainda háhá da licença mina

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  26. a carmargo ta matando a fome de muita genta aqui em rodonia e em todo pais, seus imbecis

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  27. a camargo tem que melhorar em melhores planos por ex: liberar hrs extras para todos, e para os encarregados tambem, plano de saude para todos participaçâo do pl para todos e valorizar todos seus funcionarios, se não melhorar trocar a chefia maior da obra de jirau

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  28. é,até parece fácil sair, mas a camargo não quer mandar ninguém embora, acho q eles querem q o povo peça demissão, pra perder os direitos depois de terem suado lá. acho uma sacanagem, pois se lá não tem segurança pra exercer a função, a camargo tem q fazer um acordo com os funcionários q querem sair e pagar a estes todos os seus direitos.

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  29. Afinal quem liderou estes atos de destruição que prejudicou a todos: os trabalhadores, a empresas, os governantes.
    A quem essa paralização interessa?
    Quem esta se beneficiando com essa situação?
    É muito estranho que tudo isso aconteça, sem uma pauta de reinvidicações iniciais.
    Acho que esta faltando inteligencia de todas as partes, mas principalmente da empresa que não conseguiu prever e se antecipar aos acontecimentos. Sobrou incompetencia dos encarregados da empresa.

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  30. Realmente, dizer que tudo isso começou do nada, é no minimo muito estranho.
    Não sei quem esta se beneficiando dessa situação, mas uma coisa é certa os maiores prejudicados são os trabalhadores, quem provavelmente não receberao os dias parados.
    Acho que deveria se criar uma Comissão com representantes de todas as partes inclusive com pessoas independentes para criar e discutir uma pauta de reividicações.
    O Sindicatos dos trabalhadores deveriam interceder em favor dos trabalhadores e criar uma liderança para mobilizar os trabalhadores para uma paralização inteligente, ou pelo menos diminuir o ritmo de trabalho sem permitir que ocorra atos de violencia, pois isso não leva a nada e beneficia apenas quem não tem comprometimento com o trabalho, com a familia, com ideais.
    Já que a empresa não tem uma chefia que consiga previnir as causas que levaram aos atos de vioklencia, monte uma comissão representativa e transparente.
    Esta faltando inteligencia de todas as partes, principalmente dos Sindicatos.

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  31. na vale esta desta mesma forma os contra cheques não falam na que a gente possa entender, não sabemos para onde vai as nossas horas.

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  32. gostaria de saber se alguem sabe qual salario de um ajudante de topografia nestas usinas

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  33. isso é uma obra dos infernos, vejo que a culpa é das empresas que não dão assistencia

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Agradecemos suas opiniões e informações.